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Estrangeiros gastam 11,1 mil milhões em imóveis e fazem reabilitação crescer 50%

16/11/2018

Provada de forma incontestável fica também a influência positiva que esta realidade teve no comportamento do setor da Construção, nomeadamente por via dos trabalhos de manutenção e reabilitação residencial, o único segmento da atividade a registar, sensivelmente nos mesmos anos, um crescimento acumulado assinalável: 50%. 
Numa análise recentemente produzida e publicada por aquela Associação, com o título “Os estrangeiros e a recuperação do Imobiliário”, conclui-se que, naquele período, “os compradores residentes fora de Portugal adquiriram 70,7 mil imóveis no País, num valor total de 11,1 mil milhões de euros, 12,3% do montante total das transações de imóveis” no mercado nacional. 
O mesmo estudo constata ainda que, entre 2012, ano em que os não residentes gastaram 800 milhões de euros na aquisição de imóveis, e 2017, altura em que esse montante atingiu os 2.800 milhões de euros, o valor das vendas a estrangeiros revelou um aumento médio anual de 28%, com o ano de 2014 a ser o melhor para os efeitos em causa. 
A AECOPS analisa ainda os dados do organismo de estatística do ponto de vista do valor unitário dos imóveis e da sua localização geográfica, que não é ocupada em primeiro lugar nem por Lisboa, nem pelo Porto, bem como em termos da nacionalidade dos adquirentes, e que, contrariamente ao que se poderia pensar, não é liderada pelos chineses, nem sequer em segundo lugar.
 
Fonte: Jornal da Construção

Robots e uma impressora gigante para construir edifícios

24/08/2018

Um dos símbolos mais conhecidos de Zurique é a Grossmunster ou a Grande Catedral. Um edifício emblemático que se ergue, segundo dizem, no lugar em que o imperador Carlos Magno descobriu os túmulos de Santa Régula, São Félix e Santo Exuperâncio, os três mártires patronos da cidade suíça.
 
Edifício de grande relevância na história religiosa da cidade, a Grossmunster começou a ser construída em 1100 e foi concluída em 1210. A pouco mais de dez quilómetros desta joia do românico, está a ser construída a casa DFAB, uma casa que com o tempo também se poderá tornar uma referência. Talvez no futuro as suas linhas estéticas não apareçam nos guias turísticos da cidade, mas não há dúvida que a sua relevância tecnológica merece ser levada em conta. Esta proposta da Universidade de Zurique é a primeira casa da história a ser projetada, planeada e construída usando principalmente meios digitais que incluem a maior impressora 3D do mundo e vários braços robóticos.
 
O responsável máximo do projeto é o arquiteto Matthias Kohler, professor de Fabricação Digital na ETH de Zurique, que acredita que este é o primeiro passo na direção de uma nova forma de entender a arquitetura: "Estamos a estudar como a construção evolui usando técnicas digitais e como isso se transfere para o desenho da arquitetura. Assim, em vez de pensarmos em como desenhamos algo e depois o construímos, o que fazemos é perguntar-nos como podemos construir com as ferramentas digitais que temos hoje e como transferir essa nova cultura de construção para uma nova cultura de design".
 
Essa mudança de paradigma pode supor um avanço sem precedentes na história recente da arquitetura, já que algumas das fases até agora imprescindíveis seriam evitadas. A ideia é demonstrar que uma construção mais sustentável e eficiente pode ser alcançada aumentando o potencial de design. Os componentes da casa são projetados digitalmente e fabricados diretamente no mesmo local em que serão instalados. "Para nós não era suficiente ficarmo-nos pelo digital, queríamos ver como as nossas ideias funcionavam na materialidade física, porque essa é uma das partes mais bonitas da arquitetura, que se torna tangível", explica Kohler. A partir do próximo verão, o edifício de três andares com uma área de 200 m2 servirá como espaço residencial e de trabalho para investigadores convidados. Depois, ficará comprovada a viabilidade de vários processos de construção que se estão a utilizar no projeto de forma pioneira, dando assim razão a Kohler quando ele assegura, numa espécie de pragmatismo idealista, que: "só podemos construir o futuro experimentando e mostrando que é possível ".
 
Entrevista e edição: Pedro García Campos, Cristina López
Texto: José L. Álvarez Cedena

​Programa “Casa Eficiente 2020” apoia janelas eficientes CLASSE+

28/05/2018

O Programa “Casa Eficiente 2020” visa conceder empréstimos em condições favoráveis a proprietários privados de edifícios ou frações autónomas e o pedido de financiamento é tratado diretamente com os bancos aderentes ao programa, de forma simples e ágil. Para saber mais detalhes sobre o Programa “Casa Eficiente 2020”, consulte https://casaeficiente2020.pt/. Veja também este vídeo sobre a o programa.
 
A etiqueta energética CLASSE+ é uma exigência técnica do Programa para as janelas a instalar, que deverão ter classificação “B” ou superior. As janelas também deverão ser instaladas por técnicos com certificado CERTIF de “Instalador de Janelas Eficientes CLASSE+”. Consulte a ficha técnica do Programa relativa Intervenções na envolvente envidraçada do edifício”, onde constam essas exigências e recomendações.
 
Se é PARTICULAR e quer beneficiar do apoio do “Casa Eficiente 2020” para a substituição de janelas, siga os procedimento indicados no website do programa e não esqueça de, no pedido de propostas às empresas, exigir a etiqueta energética CLASSE+. Em concreto, poderá incluir no seu pedido de proposta/orçamento algo semelhante:
 
“A proposta deverá incluir a simulação da etiqueta energética CLASSE+ obtida junto da ADENE – Agência para a Energia para cada janela proposta. Em caso de adjudicação, a documentação técnica da obra deve incluir a etiqueta energética CLASSE+ definitiva, verificável através do website www.classemais.pt”.
 
Se é EMPRESA FABRICANTE DE JANELAS deve assegurar que, para além de estar inscrita no Diretório de Empresas do Programa Casa Eficiente 2020, procede também à adesão ao Sistema de Etiquetagem CLASSE+, para que possam emitir as etiquetas exigidas pelo Programa.
 
Se é uma ENTIDADE empenhada na promoção da eficiência energética, pode juntar-se à Rede de Parceiros CLASSE+ e beneficiar da distinção e das vantagens de integrar esta rede.
 
Para mais informações, pode contactar a ADENE através do e-mail classemais@adene.pt ou pelo telefone 214712800.
 
Fonte: ADENE

Proteção de Dados

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23/05/2018

Portugal é “o novo destino para investir”. Quem o diz é a Forbes

16/02/2018

População jovem e qualificada, apoio ao empreendedorismo, cultura e qualidade de vida e, claro, bom tempo. A revista Forbes aconselha os investidores a olhar para o pequeno retângulo do oeste europeu.

 

“Portugal, o novo destino para investir”. O título que abre o artigo da edição francesa da revista Forbes é, em si mesmo, uma ode ao investimento no país. A seguir, o colunista Hugues Franc explica porque devem os investidores prestar atenção a um país que ainda ontem estava a lutar pela sobrevivência financeira e que é agora a melhor aposta para as suas fichas.
 
A população é “jovem e qualificada”. E, sublinha o colunista, 33% desse grupo está no desemprego, criando-se assim um “reservatório de talentos” que está “impacientemente à espera” de uma oportunidade. O setor imobiliário é financeiramente “suportável” — um cantinho para morar no centro de Lisboa não chega a dois terços do equivalente parisiense, destaca Franc. Além disso, lembra, a lista de celebridades que têm procurado a capital portuguesa para viver tem crescido de ano para ano. Madonna é só um dos nomes.
 
E há mais. A localização — com voos para Lisboa em várias low cost, “é impossível não encontrar um bilhete para Portugal”, um ponto de ligação ideal entre a Europa, África e a América. O apoio ao empreendedorismo — com “incubadoras, programas de aceleração e apoio institucional” e as “inúmeras conferências e encontros”. E a qualidade de vida — num país com “uma herança cultural muito rica, um tempo fantástico, paisagens belas e uma forma de viver”.
 
Do outro lado da balança parece haver apenas um senão: “Grande parte da população não fala inglês.” O que não impediu a existência de 2.300 startups (um terço das quais estrangeiras) e 1212 incubadoras.
 
Fonte: "Observador"

Estarão os nossos edifícios, antigos e novos, preparados para resistir a um terramoto?

19/01/2018

É sabido que actualmente já são muitos os edifícios onde a construção incorpora materiais mais adequados e com maior resistência ao impacto provocado por um sismo. Então e a reabilitação? Numa altura em que a reabilitação de edifícios é cada vez maior seria indispensável que as mesmas obras de melhoramento pudessem também servir para criar mais segurança estrutural aos edifícios.
 
De acordo com Carlos Mineiro Aires, bastonário da Ordem dos Engenheiros, em Portugal 60% dos edifícios existentes foram construídos há mais de 30 anos, verificando-se que 14% necessitarão de uma reparação estrutural de dimensão média a muito grande.
 
Além disso, em termos de legislação “Portugal é bastante exigente a este nível e foi também pioneiro nas exigências legais para o cálculo de estruturas perante acções sísmicas”, considera este responsável.
 
Em termos legislativos existe a Lei nº 32/2012, relativamente à reabilitação urbana e o Eurocódigo 8 que norteiam os princípios de construção em matéria de sismos. Porém, esta é ainda uma questão que é deixada ao livre arbítrio dos engenheiros.
 
Por um lado, a Lei nº 32/2012 “diz que numa obra de reabilitação urbana não é preciso respeitar a legislação posterior à construção original, ou seja, para qualquer edifício cuja construção original seja anterior a 1958, como a legislação tinha grau zero de exigência de proteção sísmica, pode continuar a ser zero”, como explicou Mário Lopes, investigador no Instituto Superior Técnico (IST) e criador do projecto KnowRisk, em entrevista à RTP.
 
Em 1988, a Comissão Europeia desenvolveu regulamentos a aplicar na Europa, entre os quais, o regulamento da actividade sísmica adoptado em Portugal. Até hoje, o regulamento continua em vigor, contrariamente à Grécia e à Itália que procederam a sua actualização.
 
Já o Eurocódigo 8 não tem ainda aplicabilidade obrigatória em Portugal, “apesar da idoneidade deste importante documento e do consenso técnico e académico que merece”, reforça Carlos Mineiro Aires. E também sobre a lei que regulamenta a reabilitação urbana considera existir uma falha “por não ser exigível o reforço estrutural”.
 
Ainda assim, o conhecimento existe por parte dos engenheiros de como aplicar as soluções mais adequadas, até porque faz parte do programa curricular as disciplinas associadas a esta problemática.
 
Carlos Mineiro Aires salienta ainda que a falta de obrigatoriedade deixa em aberto uma lacuna, até porque a incorporação de métodos anti-sísmicos na construção acarreta maiores custos, tanto para o promotor como para o comprador final. Mais seguro sim, mas mais caro seguramente e que isso é também uma das razões para que possam existir muitos edifícios (não estando contabilizados) sem o devido reforço estrutural.
 
Fonte: www.construir.pt

Boas Festas

22/12/2017

Telhas solares fotovoltaicas para produzir eletricidade em casa

23/10/2017

A Tesla anunciou que vai começar a produzir os seus telhados solares e até já é possível fazer encomendas no site da companhia. A notícia foi dada pelo CEO da empresa, Elon Musk, no Twitter, onde promete ter disponível o produto já este ano nos Estados Unidos e no próximo ano noutros países (incluindo Portugal).

 

Apesar de terem sido apresentados quatro tipos de painéis solares, em Outubro, apenas dois vão ser inicialmente produzidos. As suas maiores vantagens em relação aos vulgares painéis de energia solar, é que estes se assemelham a telhados de xisto, têm garantia vitalícia (a telha) e maior resistência.

 

Apenas parte das telhas colocadas têm incorporadas células solares, para captar a luz e transformá-la em energia. É o consumidor que decide a quantidade de electricidade que pretende produzir, o que determina a quantidade de telhas com células integradas. Tanto essas, como as outras são planas, têm um revestimento de vidro resistente e à vista desarmada não se distinguem.

 

Comparadas com as telhas tradicionais, as de vidro temperado do Solar Roof da Tesla, apresentam maior resistência e têm boas classificações no que respeita à protecção contra granizo, vento e incêndio.

 

A energia é armazenada na bateria Powerwall, que permite ao utilizador usá-la a qualquer hora e na medida das suas necessidades. Ideia que vai de encontro à estratégia de Elon Musk de eliminar a utilização de combustíveis fósseis. "Estas são verdadeiramente as três pernas do banco para um futuro com energia sustentável. Energia solar que passa para uma bateria fixa, para que possa ter energia à noite e carregar o veículo eléctrico...", explicou Musk.

 

Fonte Sábado

Reabilitação de Apartamento na Av. Estados Unidos da América

24-05-2017

É com grande satisfação e orgulho que concluímos mais uma Reabilitação/Remodelação de um apartamento situado numa das Avenidas de referência da nossa cidade. Depois de várias empreitadas de Reabilitação/Remodelação de apartamentos na Avenida 5 de Outubro, Avenida João XXI, entre outras, foi a vez de executarmos uma empreitada na Avenida Estados Unidos da América.

 

Foi uma empreitada diferente do habitual, uma vez que o Dono de Obra deu-nos liberdade total e solicitou-nos que executássemos todas as fases deste projeto, exceção feita no que respeita à decoração. Efetuámos o levantamento e propusemos um novo layout do apartamento. Esta atividade foi desenvolvida pela Arquiteta Carla Costa (a quem aproveitamos para agradecer a colaboração) e pelo Arquiteto Pedro Duarte Matias.

 

O projeto de execução e a preparação da obra ficou a cargo do Arquiteto Pedro Duarte Matias, cabendo a direção e coordenação da execução da obra à nossa equipa de produção.

 

Foi particularmente interessante pois, durante a fase de elaboração do projeto de execução, escolhemos, propusemos e definimos em conjunto com o Dono de Obra, todos os detalhes e acabamentos que entendemos melhor se adequarem ao apartamento e perfil do Dono de Obra.

 

O apartamento encontrava-se no seu estado original, muito compartimentado, com muitas áreas desaproveitadas e com separação muito vincada entre a zona de serviço e a zona mais nobre, filosofia que hoje em dia já não tem a importância que era atribuída no passado.

 

No processo de reabilitação, optamos por fazer uma demolição total das paredes interiores e, a partir daí, criar um apartamento completamente novo, com uma configuração adequada às necessidades do nosso Cliente.

 

A tipologia original (T4), foi transformada numa tipologia (T3) com áreas bastante  generosas num total de 175 m2. Este novo espaço é constituído por 3 Instalações Sanitárias, Sala de Jantar, Sala de estar, 3 quartos, um dos quais suite.

Dispõe ainda de uma varanda virada a poente com cerca de 5 m2.

 

Nesta reabilitação foram executadas todas as redes das especialidades, AVAC, pavimento radiante nas instalações sanitárias, aquecimento de toalhas, rede de segurança com deteção de águas, gás, fumos, alarme e CCTV.

 

No que respeita aos acabamentos, foram utilizados materiais muito nobres e diferenciadores, a madeira sucupira nos pavimentos, a pedra natural mármore de Carrara nas paredes e pavimentos das instalações sanitárias e pavimento da cozinha.

 

O resultado final conferiu ao apartamento um imenso potencial, não só pela localização e exposição solar, como pela contemporaneidade e qualidade de acabamentos das generosas áreas em que se desenvolve.

Construção de Edifício Habitacional Unifamiliar em Almoinhas

28/04/2017

A LinhasGerais, a quem foi adjudicada a Gestão Técnica, a coordenação de todas as actividades e especialidades, bem como a execução dos trabalhos de Construção Civil, concluiu em Maio de 2016, a construção de raiz de um edifício habitacional unifamiliar situado nas Almoinhas Velhas - Malveira da Serra.

O edifício, com uma área de implantação de 528 m2, é composto por uma área de jardim com zonas de lazer na qual se inclui uma piscina e um campo de Petanca, que envolve o edifício com numa área de 956,80 m2. O edifício desenvolve-se em 3 pisos, nos quais se encontram distribuídos, entre outros, 5 quartos, 2 salas, 5 casas de banho, cozinha, biblioteca, escritório, cave de vinhos e áreas técnicas.

Esta obra revestiu-se de especial complexidade e representou um desafio de grande exigência em termos técnicos, não só pela sua dimensão mas especialmente pela localização da sua implantação, devido à topografia do terreno com elevada inclinação e à existência de diversos afloramentos rochosos presentes no subsolo, situações que foram ultrapassadas pelas soluções encontradas e pela competência técnica da nossa equipa.

Para além de todos os estimulantes desafios, honra-nos o resultado final do edifício habitacional, construído numa envolvência paisagística de grande beleza, e com uma preocupação de optimizar os recursos naturais e sistemas técnicos de edificação que minimizem o impacto ambiental, tanto ao nível energético, com recurso a painéis fotovoltaicos, estação meteorológica, eficiente isolamento térmico, caixilharia de alumínio com corte térmico, obtendo assim uma classificação energética de A+, como ao nível da captação de águas pluviais em depósito para abastecimento do sistema de rega.

Reabilitação de Lavandaria e Rouparia no Hotel Senhora da Guia em Cascais.

03/03/2017

A LinhasGerais acaba de executar os trabalhos de reabilitação e beneficiação das zonas técnicas, da lavandaria e rouparia de uma prestigiada unidade hoteleira com categoria de 5 Estrelas, o Hotel Nossa Senhora da Guia, situado na zona do Guincho, Cascais.

Os trabalhos executados pela LinhasGerais, revestem-se de especial importância por beneficiarem as condições que permitem incrementar a qualidade da prestação de serviços a toda a unidade hoteleira, a qual é composta por 3 edifícios singulares. No edifício principal, encontramos a receção, o restaurante, o SPA do hotel, piscina e os quartos de categoria superior. No edifício contíguo, encontramos os restantes quartos e no terceiro edifício encontramos unidades de habitação servidas por terraços, varandas e agradáveis jardins.

Comemoração 10 Anos

10/02/2017

A LinhasGerais comemora neste ano de 2017 dez anos de existência, e é com grande orgulho que o partilhamos com os nossos Clientes, Parceiros e Amigos.
 
Dez anos em que tentámos proporcionar a todos os que connosco colaboram as condições para desenvolverem de forma séria, com rigor e competência o trabalho de que tanto nos orgulhamos. 
 
Foi com esta atitude, que desenvolvemos e executámos com sucesso inúmeras obras para os nossos Clientes, concretizando os seus projetos. Com base numa prática de proximidade, pretendemos que os nossos Clientes nos considerem, para além de empreiteiro como um parceiro.
 
Soubemos, mesmo em situações e condições algumas vezes adversas, com base no rigor e de uma forma realista, crescer de uma forma sustentada, primando pela qualidade, exigência e competência técnica. Estabelecemos objetivos que foram atingidos, culminando com um ano de 2016 particularmente positivo em termos de resultados alcançados.
 
Temos consciência de que existe ainda um longo caminho a percorrer, mas temos expetativas positivas quanto ao futuro e acreditamos nas potencialidades de toda a nossa equipa para atingir novos e mais exigentes objetivos.
 
Contamos com todos os que em nós confiaram quando nos entregaram os seus projetos, para dar continuidade ao trajeto que temos vindo a percorrer. Somos e queremos continuar a ser diferentes, e atingir a excelência por esta diferenciação em que acreditamos.

O novo Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado

08/07/2016

O novo Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado deverá promover a colocação no mercado de arrendamento de 7.500 habitações e 200 mil espaços de comércio e serviços nos próximos 10 anos, contando para isso com uma dotação financeira inicial de 1,4 mil milhões de euros.

 

Numa cerimónia que contou com uma forte presença ministerial, o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, apresentou, no dia 6 de abril, o novo Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado, um fundo imobiliário fechado e de subscrição particular para reabilitar e colocar no mercado imoveis, sobretudo para habitação, a preços acessíveis.

 

Segundo explica o “negócios”, o Fundo terá como participantes iniciais sobretudo entidades públicas, incluindo o Estado Central e as autarquias municipais, que poderão ali colocar imóveis que tenham devolutos e que queiram encaminhar para arrendamento, ou as Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Misericórdias, que são proprietárias de um vasto património imobiliário mas que não reabilitam por falta de condições financeiras.

 

Mas também os privados poderão colocar imóveis para reabilitação neste Fundo, recebendo em troca unidades de participação. No final do processo - em princípio dez anos, o tempo de vida útil estimado do Fundo –, poderão readquirir os imóveis, mediante o estabelecimento à partida do direito de preferência.

 

A missão do Fundo é reabilitar estes imóveis e, depois, colocá-los no mercado com rendas acessíveis. Conforme referiu o ministro do ambiente, João Pedro Matos Fernandes, pelo menos 60% dos imóveis terá este tipo de rendas. Os restantes destinar-se-ão ao comércio, sobretudo tradicional, ou a “outras tipologias, mas já a valores de mercado, “para garantir a rentabilidade do fundo”. A este respeito, o governante acrescentou ainda que os imóveis a colocar no fundo passarão por um crivo apertado, por forma a “não pôr em causa a rentabilidade esperada”.

 

Entretanto, será efetuada distribuição de dividendos em função das unidades de participação detidas pelos investidores.
O valor do fundo deverá ascender a 1,4 mil milhões de euros, um terço dos quais será financiado pelo fundo de estabilização da Segurança Social. O restante corresponderá ao valor dos imóveis colocados no Fundo.

 

O Fundo poderá também “aceder a fundos comunitários, ao programa Reabilitar para Arrendar e aos benefícios fiscais para habitação que venham a existir no futuro”, assegurou o ministro do Ambiente.

 

A meta é, para já, reabilitar em 10 anos um milhões de m2 de habitação, correspondentes a 7.500 fogos e 200 mil espaços para comércio e serviços tradicionais.

 

O Fundo será gerido pela Fundiestamo, sociedade gestora ligada à Estamo, a empresa que detém grande parte do património imobiliário do Estado, e supervisionada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

 

A expectativa do Governo é que este Fundo tenha uma rentabilidade “em linha com fundos desta natureza e estimada na ordem dos 3% a 4%”.

 

Fonte de notícia: Jornal da Construção

Reabilitação de Club / Discoteca BOSQ

08/06/2016

A LinhasGerais concluiu recentemente mais um trabalho de Reabilitação, um Club/Discoteca Bosq, no Lx Factory em Lisboa.

 

O edifício desenvolve-se em dois pisos interiores, composto por uma zona exterior ao nível do piso térreo e um terraço exterior com vista panorâmica sobre Alcântara ao nível do primeiro piso. O espaço com uma área coberta de 426 m2 e 48 m2 de área exterior, tem capacidade para cerca de 500 pessoas.

 

Os trabalhos tiveram a duração de 5 semanas, em regime de dois turnos de trabalho, um diurno e outro noturno. A Empreitada passou por criar e remodelar o espaço, transformando-o num ambiente completamente moderno e de conceito muito original. Foram criados espaços completamente novos, nomeadamente bares, zona de privado, zonas técnicas, terraço exterior, instalações sanitárias e, claro, as pistas de dança, e ainda reabilitados alguns existentes.

 

Foi particularmente desafiante e gratificante para a LinhasGerais a execução desta Empreitada, pois tivemos a oportunidade de colaborar directamente com os Donos de Obra que criaram, desenvolveram e decoraram todo o espaço, conceptualizaram um ambiente completamente original e que nos capta a atenção para temática do espaço.

 

É quase impossível descrever o resultado final do espaço, pois há elementos que tornam o Bosq único e especial, como seja o jardim vertical criado na dimensão total de uma das paredes do primeiro piso, a gaiola gigante pendurada no tecto ou a pista de dança do piso térreo completamente revestida com papel de parede tridimensional, em preto… Vale a pena ir conhecer!

RE9 - 9 vantagens para reabilitar Lisboa

20/05/2016

A Câmara Municipal de Lisboa tem em curso um programa de incentivo à reabilitação urbana da cidade. Designado por RE9, este programa disponibiliza novos mecanismos para apoiar operações de reabilitação de pequena escala.

 

Conheça o Programa RE9

A Termografia ao Serviço da Manutenção de Edifícios

23/02/2016

A evolução constante nas técnicas de construção de edifícios, tem gerado maior eficiência, conforto e segurança, contudo também uma maior complexidade e diversidade nas atividades de manutenção, o que justifica uma abordagem mais robusta, esclarecida e profissional.
 
O recurso a técnicas de manutenção preventiva são utilizadas para prever com alguma fiabilidade avarias de determinados componentes ou sistemas, permitindo a tomada de medidas corretivas e/ou preventivas de modo antecipado, minimizando os tempos de paragem e aumentando o tempo de vida útil e eficiência dos equipamentos, sistemas e edifícios.
 
A termografia é uma destas técnicas de manutenção. Esta tecnologia é bastante avançada, uma vez que com recurso a uma câmara termografica permite analisar por métodos não destrutivos e de modo imediato, através da medição da variação de temperatura nos elementos ensaiados, sinais de patologias existentes nos edificios. Este equipamento deteta a energia infravermelha (calor) e converte-a em imagens. As diferentes temperaturas são apresentadas com diferentes cores, permitindo identificar potenciais pontos quentes e frios.
 
As aplicações da termografia como ferramenta de manutenção são diversas, podendo-se enumerar algumas como:
 
deteção de infiltrações ou fugas de água;
deteção de fendas estruturais;
deteção de vazios no interior do betão;
deteção de corrosão de armaduras;
localização de redes interiores;
identificação de problemas elétricos;
análise de telhados e coberturas;
análise térmica dos edifícios.
 
Esta tecnologia é um poderoso instrumento de trabalho na área da manutenção de edifícios, uma vez que permite de modo rápido e eficaz detetar patologias de difícil identificação sem recurso a técnicas evasivas e/ou destrutivas, nomeadamente as não visíveis a olho nu ou aquelas que se encontram em locais de difícil acesso, bem como aquelas que ainda são embrionárias, ou seja sem sintomas aparentes.
 
É então fácil concluir que esta técnica é particularmente útil aos técnicos de manutenção de edifícios, uma vez que facilita o seu trabalho e aumenta a sua produtividade e eficácia, uma vez que evita custos de manutenção agravados, inesperados e contribui para a redução de custos relacionados com a gestão dos edifícios.
 
A Linhasgerais, sempre que se justifica, recorre à termografia no desenvolvimento das suas atividades de manutenção de edifícios.

O Betão com Bactérias que se Auto-repara

01/02/2016

Foi desenvolvido por microbiologista da Universidade de Tecnologia de Delft (TU Delft), nos Países Baixos, um novo tipo de betão, que tem a particularidade de se auto-reparar, prevenindo fissuras. Este betão foi conseguido através da incorporação de bactérias responsáveis pela produção de calcite numa mistura de betão que, nas condições adequadas, lhe atribui propriedades auto-regenerativas.
 
O processo auto-regenerativo do Biobetão utiliza um “agente curativo", que fica ativo quando a água entra pelas fissuras. A  ligação da água com as bactérias de Bacillus, provoca a formação de pedra calcária, que preenche as fissuras.
 
Apesar do betão ser um dos materiais mais utilizados na construção de edifícios em todo o mundo, tem uma falha, pode fissurar facilmente quando sujeito a pressão.
Se estas fissuras aumentarem de dimensão, conduzirão à corrosão das armaduras em aço com a consequente diminuição das propriedades estruturais dos edifícios.
 
Teoricamente, o uso deste tipo de bactérias dentro da mistura de betão, poderá permitir poupanças significativas e conduzir a estruturas mais duradouras.
 
De acordo com o investigador responsável, Henk Jonkers, o Biobetão seria ideal para a construção de reservatórios destinados ao acondicionamento de resíduos perigosos, que são, pela sua natureza, de difícil reparação pelo homem.
 
Os elevados custos envolvidos no desenvolvimento deste betão ainda não permite outras potenciais utilizações, nomeadamente a construção de edifícios residenciais. "Atualmente, a nossa pesquisa direcciona-se para criação de condições adequadas para que as bactérias produzam toda a calcite possível e na optimização da distribuição alimentar para as bactérias ", afirma o relatório da TU Delft.
 
"Além disso, também estamos atentos à capacidade do Biobetão para se autocorrigir e como esta é afetada pelos vários mecanismos de deterioração envolvidos”.

Remodelação de Apartamento Condomínio Riviera em Carcavelos

05/12/2015

A LinhasGerais terminou recentemente mais uma remodelação profunda de um apartamento T4, com uma área de 235 m2, em Carcavelos, propriedade de um cliente de nacionalidade estrangeira.
 
O apartamento foi dotado de um sistema de aquecimento central através de pavimento radiante hidráulico, isolamento acústico em todos as superfícies interiores. O apartamento dispõem ainda de rede de domótica.
 
Foi uma obra com elevado grau de dificuldade e responsabilidade, não apenas pelas suas especificidades técnicas, mas também pelo facto de, no decorrer dos trabalhos, o Dono de Obra apenas se ter deslocado a Portugal por três vezes, deixando à LinhasGerais e à equipa Projectista toda a gestão/coordenação das diversas actividades.
 
O prazo de execução da obra foi de 120 dias corridos, incluindo as actividades de limpeza final de obra, montagem de mobiliário e decoração.
 
O resultado final e a satisfação do Dono de Obra foram bastante gratificantes para a LinhasGerais.

Geração de Energia Eléctrica em Vãos de Janelas

06/11/2015

Investigadores da Michigan State University, UCLA, e outras instituições têm vindo a desenvolver células solares transparentes que permitem que uma percentagem maior de luz atravesse o vidro, mantendo a sua transparência durante a captação de energia solar. Algumas empresas, incluindo a XsunX, conseguiram fabricar este tipo de janela. Mais recentemente, um fabricante com sede em Colúmbia USA, impulsionou a eficiência dos vidros com a sua descoberta inovadora em tecnologia solar, com o nome de SolarWindow ™.
 
SolarWindow é um revestimento líquido de geração de energia eléctrica que pode ser aplicado no interior das unidades de janela de vidro ou de plástico. É feito a partir de polímeros dissolvidos sob forma líquida, a parte activa absorve a luz, enquanto os condutores transparentes permitem a captação de energia solar. Ao contrário de outros sistemas de menor custo, em que é aplicado uma película fina de materiais flexíveis solares, a produção de SolarWindow não necessita de alto vácuo e da técnica de produção a alta temperatura. A empresa, SolarWindow Technologies, anunciou que as suas novas células solares podem produzir até 50 vezes mais energia do que os painéis solares convencionais, garantindo um retorno mais rápido sobre o investimento em comparação com uma configuração típica solar. Os seus primeiros resultados de viabilidade financeira mostram que SolarWindow atinge o seu retorno dentro de 1 ano, produzindo a quantidade equivalente de energia que exigiria a sistemas solares convencionais, 5 a 11 anos para a sua amortização. Em vez de ocupar áreas nos imóveis, o SolarWindow pode ser instalado em superfícies de vidro de arranha-céus e torres, incluindo áreas que não têm exposição solar, este sistema têm uma garantia de 25 anos.

Reabilitação de Edifício Habitacional

13/10/2015

É com enorme prazer e orgulho, que a LinhasGerais comunica a conclusão de mais um projecto.
 
Desta vez tratou se de uma Reabilitação profunda, de um edifício habitacional unifamiliar bastante degradado, em Algueirão. O espaço/terreno é composto por uma moradia de dois pisos e sótão, com cerca de 220 m² de área bruta, zona exterior com jardim e pomar e ainda um pequeno edifício de apoio e arrumos.
 
A LinhasGerais neste projecto foi responsável não só pela execução de todos os trabalhos de construção civil e especialidades, mas também pela definição do novo layout interior do edifício e pela escolha dos acabamentos utilizados.
 
Foi uma obra especial, por se tratar do quarto trabalho executado, num espaço de cerca de oito anos, para um dos nossos clientes mais antigos a quem aproveitamos desde já para agradecer toda a confiança depositada na nossa empresa.

Entrevista Diário Económico

22/05/2015

O que é o Smart Brick?

22/05/2015

O que é o Smart Brick?
 
O Smart Brick é um tijolo revolucionário e a base de um novo sistema de construção, o qual se encontra protegido por patentes emitidas e outras pendentes nos EUA. Este tijolo é adequado à construção de casas, prédios, pontes, entre outros.
É construído em betão de alta resistência, com propriedades únicas que permitem a construção de estruturas verdadeiramente ecológicas, com significativa poupança nos gastos de energia resultantes do aquecimento e arrefecimento sazonal. O Smart Brick permite uma construção mais célere, económica, precisa e mais forte face ao que está disponível em termos de métodos de construção tradicionais. Estes tijolos estão projetados para serem facilmente unidos, com aberturas internas, de modo a que o isolamento e as infraestruturas possam ser executados através dos tijolos, permitindo o acesso fácil a estes elementos. Pisos, paredes e tectos são construídos por tijolos adequados a uma construção simples e sólida, com redução significativa dos custos de construção.
 
Vantagens do Smart Brick
 
Economia de Custos
As estimativas mostram que a utilização deste sistema pode levar a uma redução de 50% do custo total na construção de um prédio de oito andares.
 
Economia de Energia
 As suas propriedades térmicas podem levar a uma significativa redução dos custos de aquecimento e arrefecimento. Sabe-se que cerca de 60% dos custos de energia de um edifício resultam do aquecimento e arrefecimento, incluindo do aquecimento de água. Este tijolo permite poupar electricidade e outros custos energéticos através da sua forma eficaz de refletir o calor no verão e acumulá-lo no inverno. O design do tijolo permite um maior controlo da energia térmica, que se reflete em significativas poupanças para os proprietários e numa pegada menor para o ambiente.
 
Economia de recursos
Considerando que é feito por encomenda, o Smart Brick é de manuseamento fácil e silencioso ao nível da execução. Inclui diferentes formatos, tamanhos e acabamentos, tanto no interior, como no exterior.
 
Grande Resistência
Os métodos de construção do Smart Brick também reduzem de forma significativa necessidade de materiais naturais tais como areia, ferro e água. Este tijolo foi concebido com a ajuda de especialistas de topo na área da construção e do design. O Smart Brick e suas estruturas associadas são construídas de forma a resistir a forças extremas, como terremotos e outras forças da natureza.
 

Linhas Gerais – uma empresa portuguesa na rota da inovação

A Linhas Gerais é uma empresa portuguesa especializada na reabilitação, construção, manutenção e gestão técnica de edifícios, com sede em Lisboa. Sendo uma empresa de pequena dimensão, a Linhas Gerais aposta na excelência do seu trabalho, com equipas multidisciplinares, dinâmicas e com elevado  know-how.
 
E são as equipas da Linhas Gerais que lhe conferem um cariz verdadeiramente inovador. Engenheiros, arquitetos e decoradores de interiores, todos a trabalharem em conjunto para que o trabalho seja, verdadeiramente, diferenciador. Esta faceta permite à empresa concentrar todas as fases de um projeto, desde a elaboração e submissão de projetos de licenciamento, passando pela execução, construção e decoração. “Estas valências, integradas num único serviço, dão ao cliente uma grande sensação de segurança e confiança”, afirma Nuno Monteiro, Gerente da Linhas Gerais.
 
A empresa presta, igualmente, um serviço de acompanhamento pós-obra, apostando na manutenção e gestão técnica de edifícios, numa ação preventiva alicerçada em visitas técnicas periódicas.
 
Deste modo, a Linhas Gerais fomenta uma relação próxima com o cliente, compreendendo as suas necessidades e propondo soluções céleres e eficazes, adaptadas especificamente a cada problema. “Com esta ligação próxima, a gestão dos projetos torna-se mais eficiente e objetiva, dando maior espaço para se cumprirem escrupulosamente os acordos estabelecidos”, realça Nuno Monteiro. A poupança do lado do cliente é outra das grandes preocupações da empresa: “Queremos que o nosso trabalho seja próximo do cliente e que respeite ao máximo os orçamentos e prazos definidos”, refere Nuno Monteiro. Deste modo, é habitual para a Linhas Gerais manter uma relação duradoura com os clientes, acompanhando os primeiros trabalhos sempre de forma próxima e adaptada a cada realidade.
 
Todos estes fatores fazem da Linhas Gerais uma empresa diferente no contexto nacional. Sendo uma das pioneiras na aposta em novos nichos de mercado, a empresa especializou-se num serviço premium que coloca o cliente no centro da sua atuação. “Esta nova realidade que desde cedo acompanha a Linhas Gerais, possibilitou-nos fazer uma aposta continuada no nosso país, onde, ao contrário de muitas outras empresas, o nosso volume de negócios tem mantido um crescimento sólido e sustentado”, acrescenta Nuno Monteiro.  
 
Contactos:
Telefone - 214 003 025
Fax - 218 498 032
E-mail - contacto@linhasgerais.pt
Morada - Espaço Amoreiras - Centro Empresarial - Rua Dom João V nº 24 - 1250-091 Lisboa
 
Fonte: Revista Anteprojetos – Fevereiro 2015

As vantagens em utilizar vidro celular

O vidro celular expandido em grão é um excelente material a granel para fins de isolamento na construção civil. É um vidro leve, extremamente fino com milhões de poros expandidos e hermeticamente fechados. Uma vez que não é possível a difusão, o material é resistente à água e proporciona uma eficiente barreira contra humidade do solo.
 
Para além das excelentes propriedades mecânicas e térmicas do produto, a fabricação do mesmo ocorre através de um processo exemplar para a reciclagem de resíduos industriais. O vidro celular pode ser fabricado apenas com resíduos de vidro, adicionando um número muito reduzido de aditivos virgens.
 
O vidro celular expandido é boa opção quando se pretende um material fino e que flui livremente. É especialmente adequado para isolamentos térmicos de paredes finas, caixilhos de janelas, tijolos de cimento e rebocos isolantes.

Linhas Gerais renova bar Roterdão

16/01/2015

A empresa portuguesa especializada na reabilitação, recuperação, construção, manutenção e gestão técnica de edifícios está a renovar o mítico bar Roterdão, situado em pleno Cais do Sodré. Construído no início da década de 80, o Roterdão é palco de uma intervenção de recuperação e reabilitação por parte da Linhas Gerais.
 
 
 
O novo projecto manterá a linha e traça do edifício, conservando a fachada original, muito ao estilo kitsch. Contudo, o piso inferior será totalmente remodelado, com novas casas de banho, balcões e paredes. Também o piso superior sofrerá algumas alterações, mas mantendo os sinais mais característicos da zona: as madeiras, os espelhos, os bancos e o balcão.
 
 
 
“A renovação do Roterdão será um desafio extremamente aliciante para a Linhas Gerais, não tanto pela sua vertente técnica, mas pela sua carga histórica. É com enorme orgulho que realizamos intervenções como esta, deixando a nossa marca na preservação deste legado histórico e culturalmente rico da cidade de Lisboa”, afirma a direcção da Linhas Gerais.
 
 
 
Originalmente conhecido como um refúgio de marinheiros e albergue dos mais notívagos vícios, o novo Roterdão quererá primar pela diferente escolha musical, sempre pautada pelos estilos indie, rock, pop, soul & blues. Apostará, igualmente, nos eventos culturais ao vivo, dando palco a pequenas peças de teatro, concertos acústicos, apresentações de livros e exposições, entre outros.
 
 
 
“A colaboração e expertise da Linhas Gerais será fundamental para manter o espírito do Roterdão vivo, bem como para materializar todas as alterações que pretendemos executar, sem nunca esquecer as necessárias adaptações à legislação vigente”, comenta Ana Afonso, gerente do Roterdão.
 
 
 
Criada em 2007, a Linhas Gerais iniciou a sua actividade dedicando-se essencialmente à reabilitação, recuperação e construção de edifícios destinados a diferentes tipos de utilização. A partir do início do ano 2009 estendeu a sua atividade à manutenção e gestão técnica de edifícios. A Linhas Gerais conta, no seu quadro técnico, com colaboradores de elevada experiência e qualidade no sector em que se enquadra e tem objectivos bem definidos, que passam pela melhoria constante da qualidade dos serviços prestados nos projectos que lhe são confiados, apostando ainda na crescente especialização nos campos da reabilitação urbana e da manutenção e gestão técnica de edifícios.
 
Nota: Entrevista concedida ao website MagazineImobiliário.com, no passado dia 3 de novembro de 2014.

Entrevista concedida ao site DirectObras.pt

09/01/2015

Entrevista: «A melhoria do ambiente económico nacional, conjugada com a excelência técnica, humana e tecnológica das nossas empresas, está a contribuir para relançar o sector.»
 
Presentes no mercado nacional desde 2007, a construtora Linhas Gerais especializou-se em trabalhos dedicados à reabilitação, recuperação e construção de edifícios. Com o decorrer dos anos, a empresa alargou a sua gama de serviços actuando ainda, nas áreas de promoção imobiliária, manutenção e gestão técnica de edifícios, obras públicas, entre outras actividades. Em entrevista ao Directobras.pt, o gerente da Linhas Gerais, Nuno Monteiro, apresenta-nos as mais-valias da orientação da empresa bem como da importância do sector da reabilitação e manutenção técnica no nosso País.
 
1.- Como avaliam, na vossa perspectiva, o sector da construção no nosso País?
 
De facto o sector da construção foi um dos que mais sofreu com a crise financeira. Contudo começam-se já a sentir alguns sinais de melhoria, essencialmente ao nível da reabilitação urbana. Aos poucos os privados e alguns agentes públicos começam a apostar na reabilitação e na manutenção e gestão técnica dos seus edifícios. A melhoria do ambiente económico nacional, conjugada com a excelência técnica, humana e tecnológica das nossas empresas, está a contribuir para relançar o sector. Possuímos uma reconhecida excelência profissional na área, apenas necessitamos dos estímulos necessários, sejam eles através investimento direto, sobretudo privado, quer através de mais incentivos fiscais para a reabilitação.
 
2.- Qual a estratégia, a adoptar pelas construtoras portuguesas, face à diminuição da actividade construtiva em Portugal?
 
Desde 2008, a atividade construtiva tem vindo a decrescer bastante. A verdade é que surgiram novos sectores de mercado que procuraram por um lado responder à necessidade de manutenção dos edifícios e por outro lado à necessidade de o fazer sem grande investimento de fundos. Esta foi precisamente a aposta da Linhas Gerais: utilizando a sua mão-de-obra altamente especializada, diversificou a sua actividade e apostou no sector da manutenção e gestão técnica de edifícios, que em Portugal não apresentavam respostas adequadas. Respondendo assim às necessidades de Donos de Obra cada vez mais especializados e especialmente exigentes.
 
3.- Considera que a aposta na internacionalização a única saída para a sobrevivência das construtoras portuguesas?
 
A internacionalização é uma saída, mas não é a única. Ou seja, existem outras opções para a sobrevivência das construtoras portuguesas. A Linhas Gerais, por exemplo, apostou noutras saídas. Apostou na especialização técnica dos seus colaboradores e direccionou o seu “core business” para a reabilitação urbana e para a manutenção e gestão técnica de edifícios. Com esta aposta, a Linhas Gerais desenvolveu capacidades únicas em áreas que careciam de respostas. Somos cada vez mais reconhecidos pelo nosso profissionalismo, competências técnicas e acompanhamento personalizado ao cliente.
 
4.- Face ao novo Quadro Comunitário de Apoio (Horizonte 2020), considera que este investimento possa dar uma alavanca ao sector das obras e por consequente, às empresas de construção?
 
Pelo que vamos conhecendo do novo Quadro Comunitário de Apoio (QCA), a primazia de aplicação dos fundos europeus não será dada ao setor da construção. Ou, pelo menos, não será dada da mesma forma que até agora. Sabemos que as políticas de construção de infraestruturas estão, paulatinamente, a ser substituídas por políticas mais integradoras, políticas que juntem o desenvolvimento infraestrutural com o ambiente, mobilidade e desenvolvimento social. Tendo em conta esta evolução, a Linhas Gerais já começou a adaptar-se a estes novos requisitos. Desde há uns anos que tentamos, em todas as nossas intervenções, dar primazia às preocupações ecológicas e de sustentabilidade social e económica. O futuro passará por esta conjugação de factores e preocupações.
 
5.- Qual a aposta da vossa construtora, para os próximos anos? O futuro passa pelo mercado da reabilitação?
 
Como já tenho vindo a partilhar, o futuro da companhia passará pelo desenvolvimento de catividades que vão para além da construção. A reabilitação é, desde sempre, uma das nossas apostas, e assim continuará. Mas a ela junta-se a gestão e manutenção técnica dos edifícios, quer numa perspetiva preventiva, quer correctiva. Acreditamos que o futuro da construção em Portugal passará por aqui.
 
6.- Breve referência a um empreendimento em curso a cargo da vossa empresa (breve descrição do projecto, estado da obra, prazo de conclusão, entre outros).
 
Um dos projectos que desenvolvemos, e que mais prazer nos deu, foi a reabilitação com Métodos não Destrutivos (limpeza, restauro e protecção) da fachada e alçados do edifício sede da Ordem dos Médicos Portugueses, em Lisboa. O edifício é da década de 60 do século XX, com um importante valor histórico e cultural, o que obrigou a uma abordagem tecnicamente desafiante.
 
Nota:entrevista concedida ao site DirectObras.pt, no passado dia 11 de dezembro de 2014.

ProjetoHydroceramic: Hidrogel

06/01/2015

O crescente desenvolvimentodaaplicação de materiais "inteligentes" nas diversas indústrias tem aberto novas possibilidades de materiais e respetivos comportamentos no design e na arquitetura.
 
Durante o ano letivo de 2013/2014,o grupo de investigação Digital Matter – Intelligent Constructionsdo Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha, procurou redefinir e incorporar o conceito "Intelligent Constructions" na construção, através do uso de materiais “responsive”, criando e implementado sistemas que contribuam para melhor desempenho da construção, recorrendo a simulações digitais e fabricação.
 
O “Projeto Hydroceramic: hidrogel” teve como objetivo refletir sobre os processos termodinâmicos de um edifício e como estes podem ser modificados indiferentemente com o “hidrogel”. O "hidrogel" em causa reporta-se a uma classe de substâncias que absorvem e retêm 500 vezes o seu peso em água.
 
Quimicamente, eles podem ser polímeros insolúveis de acrilato de hidroxietilo, acrilamida, óxido de polietileno, entre outros. Enquanto auxiliadores de arrefecimento, funcionam por exposição da água absorvida numa grande área de superfície. Considerando que o calor da evaporação da água é de cerca de 0,6 kcal por grama, verifica-se um efeito de arrefecimento.
 
Considerando este fenómeno como possível, o projeto visa desenvolver umprotótipo de uma construção individualizada, comrecurso à análise hygothermal (humidade e temperatura) dos edifícios, para atender às condições de habitabilidade necessárias para a zona de conforto em determinado contexto.
 
O protótipo final do Hydroceramic funciona como um dispositivo de arrefecimento por evaporação que reduz a temperatura e aumenta a humidade e é capaz de diminuir a temperatura ambiente interior em cerca de 5 a 6 graus.
 
A “inteligência” deste fenómeno faz com que o seu desempenho seja diretamente proporcional ao calor no ambiente exterior, ou seja, arrefece mais quando é mais quente e não arrefece quando não há evaporação. Estes resultados foram encontrados através daexperiência para testar o efeito de hidrogel na redução da temperatura de um ambiente fechado, tendo-se ainda concluído que a argila é o melhor material para abrigar hidrogel no protótipo.
 
Foram ensaiadas as substâncias a argila, o alumínio e o acrílico, donde se pode determinar que é a natureza porosa da argila que melhor contribui para as propriedades de arrefecimento do hidrogel.
 
A argila permite economizar até 28% do consumo total de eletricidade decorrente da utilização do ar-condicionado tradicional e pode ser usado como uma tecnologia de construção alternativa mais económica, considerando que tanto como argila como o hidrogel são substâncias pouco dispendiosas.

ECO-SANDWICH, o novo projeto da UE de construção sustentável

03/11/2014

A construção sustentável, a eficiência energética e o recurso à reciclagem estão na base do novo projeto ECO-SANDWICH, criado por um consócio de investigadores croatas e co-financiado pela União Europeia no âmbito do programa europeu Eco-Inovação.
 
O projeto ECO-SANDWICH consiste na construção de paredes pré-fabricadas recicláveis, com a aplicação de dois materiais eco-inovadores – lã mineral e betão.
 
São paredes em lã mineral cobertas por betão, que utilizam materiais reciclados na sua construção, sendo elas próprias recicláveis.
 
A lã mineral utilizada neste projeto recorre à tecnologia de isolamento criada pela empresa espanhola KNAUF, a ECOSE, que contém fibras constituídas por vidro reciclado (até 60% da sua constituição), sem o recurso a produtos químicos à base de petróleo para ligar essas fibras, nem de tintas corantes ou branqueadoras.
 
De acordo com a KNAUF, a ECOSE é um material de referência, sem efeitos prejudiciais para a saúde e ambiente, e, em termos de custos, é equiparável ao da lã mineral tradicional.
 
Quanto ao betão, o mesmo foi fabricado com base nos resultados da recente pesquisa sobre a durabilidade e resistência do betão reciclado, o qual é constituído essencialmente por resíduos de construção e de demolição.
 
Esta tecnologia já foi testada num campus universitário em Kroprivnica, cidade situada no norte da Croácia, e de acordo com a ECO-SANDWICH, a produção destas paredes pré-fabricadas tem um gasto energético na sua produção correspondente a 1/3 do gasto de produção das paredes pré-fabricadas tradicionais.
 
Para além disso, este sistema oferece melhor isolamento térmico, que se reflete numa redução de 15% da energia gasta em aquecimento e de 50% na necessidade de utilização de sistemas de refrigeração, estimando-se que estas paredes estejam pagas em 22 meses, somente com a redução dos gastos energéticos.
 
Este projeto recebeu o prémio croata Best Croatian Green Economy Team e o prémio INOVA 2013 para a Best Ecological Invention.

Um novo betão que repele a água e que pode estar livre de manutenção

18/07/2014

O betão pode parecer resistente, mas a existência de fissuras em áreas vitais dos edifícios, pontes e calçadas, podem torná-los inseguros.
 
Estudos científicos, através de uma mistura de óleo, água e pequenas partículas no betão, estão a aproximar-se da criação de um betão resistente à água e, por isso, bastante mais duradouro.
Os pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Milwaukee, têm ainda vindo a experimentar com a criação de um tipo de betão que possa ser monitorizado remotamente.
 
Estas descobertas foram testadas numa laje de betão de um estacionamento, através de sensores embutidos, capazes de medir a resistência entre os elétrodos e monitor de tensões e que alertam os cientistas de todos os perigos em desenvolvimento na estrutura.
 
Uma estrada em betão tem uma duração média de aproximadamente 40 anos. Sendo que esta duração é muito menor nas regiões onde congelamento e descongelamento são comuns. Este novo betão resistente à água poderá durar, em média, aproximadamente, 120 anos.

Impressora 3D

A Universidade de Southern California está a testar uma impressora 3D gigantesca capaz de erguer as paredes de uma casa inteira num período de apenas 24 horas.
 
Trabalhando com betão, o dispositivo pode produzir uma moradia tendo como referência os padrões definidos no computador.
 
“É basicamente aumentar a impressão 3D para a escala de uma construção”, explica o professor Behrokh Khoshnevis, responsável pela construção deste robô que poderá substituir trabalhadores convencionais. Denominada como “Contour Crafting”, a tecnologia tem o potencial de revolucionar a indústria da construção, caso venha a ser comercialmente viável.
 
O objetivo da invenção é reduzir os custos necessários para erguer uma casa, o que possibilitaria que pessoas de rendimentos menos elevados pudessem ter moradias de qualidade.
 
Além disso, a velocidade do dispositivo torna-o especialmente interessante para zonas que sofreram com desastres naturais e que precisam passar por um processo rápido de reconstrução.
 
Crafter Contour oferece um método de construção que combina a produção industrial com a técnica de prototipagem rápida. Assim que a configuração da máquina é feita, o processo de construção é executado automaticamente. O robô imprime camada por camada usando betão de secagem rápida.
 
O aparelho imprime utilizando um bocal com três injectores - dois para os contornos laterais e um para o recheio. A casa foi projetada com base no exemplo de construção utilizado pela aeronáutica. Enquanto a parede é produzida, o robô deixa lacunas para tubagem. A construção ainda requer intervenção humana nos acabamentos. A vantagem é a produção de baixo custo e a personalização da casa às necessidades geográficas, climáticas e sociais.
 
Até ao momento, houve duas gerações desenvolvidas em laboratórios. O estudo em questão conceitua a primeira geração de Crafter Contour fora de um laboratório. Neste momento o robô é capaz de "imprimir" um casa de dois andares.

Reabilitação de Alçados e Cantarias com MND do Edifício Sede da Ordem Médicos em Lisboa

20/03/2014

É com enorme orgulho e satisfação que informamos que a LinhasGerais terminou recentemente uma empreitada de Reabilitação de Alçados e Cantarias com Métodos não Destrutivos (MND) no Edifício Sede da Ordem Médicos, em Lisboa.
 
Considerando tratar-se de um edifício da década de 60 do século XX com um importante valor histórico e cultural, a abordagem técnica desta reabilitação mereceu especial atenção.
 
As cantarias foram alvo de uma intervenção através da utilização de Métodos não Destrutivos na limpeza, restauro e protecção.
 
Desta forma, e atentas as especificidades deste edifício, a LinhasGerais recorreu técnicas e métodos que apenas são habitualmente utilizados em edifícios classificados como Monumentos Nacionais e Imóveis de Interesse Nacional e Municipal.
 
Pelo facto, de a LinhasGerais ser uma empresa com larga experiência no âmbito da reabilitação, este edifício de elevada importância cultural e exposição social, pela especificidade e especialidade do trabalho executado, ficará certamente na história da nossa empresa.

Impermeabilização de fundações

05/02/2014

Geocompósito bentonítico é um sistema de impermeabilização através de expansão controlada, destinado a proteger as estruturas da fundação. O suporte inferior é feito de um tecido geotêxtil que executa a função de divisor de cargas incidentes, mas também resistindo à punção de vários materiais. A camada do meio da bentonite sódica natural é encapsulada e micronizada, mantendo em posição entre as camadas de geotêxtil superior e inferior, graças a um sistema de interligação. A parte superior é composta por um geotêxtil inter- perfurado que contém uma quantidade significativa de bentonite de sódio natural, retido entre as fibras do geotêxtil .
 
A bentonite sódica é um óptimo impermeabilizante, graças à expansão determinada pela capacidade de absorção de água, capaz de vedar a porosidade do betão, colmatando as inconsistências e pequenas fissuras (até 3 mm. de largura, aproximadamente) das fundações.
 
Este sistema é aplicado como um revestimento protetor em todos os pisos e em todas as estruturas, em particular nas fundação que possam entrar em contacto com águas subterrâneas.
 
A impermeabilização da superfície da laje de fundação deve ser horizontal, realizada por meio de moldagem de betão com uma espessura de cerca de 5 cm. A sua função é a de regularização da superfície a ser impermeabilizada. A superfície para aplicação deverá ser o tão regular quanto possível, sem rugosidades e limpo de objectos estranhos (pedras, terra etc.), em seguida devem ser espalhadas folhas e assegurado que o geotêxtil saturado bentonita de sódio natural fica sempre voltado para cima.

O futuro na categoria de demolição

09/01/2014

O processo de demolição requer maquinaria pesada, o que produz muitos detritos e poeiras, mas também resulta em grandes quantidades de entulho, que muitas vezes vai direto para vazadouro.
Omer Haciomeroglu, um estudante da Umeå Institute of Design da Suécia criou ERO - um robô que recicla betão de uma forma eficiente em termos de energia, separa o ferro e outros detritos, no local.
As máquinas pesadas utilizadas nas demolições consomem grandes quantidades de energia, a fim de conseguirem demolir as paredes de betão em pedaços pequenos, para não mencionar que os processos de demolição têm de ser acompanhados por grandes quantidades de água pulverizada sobre as estruturas de forma a evitar a propagação de poeiras.
Uma vez realizada a demolição, o entulho é transportado para as estações de reciclagem, onde os resíduos são separados manualmente. Trituradores de energia são utilizados para pulverizar o betão e o metal é derretido para reutilização.
O ERO Concrete Robot pode, de forma eficiente, desmontar estruturas de betão sem qualquer desperdício, poeira ou separação adicional. Colocado estrategicamente num edifício este analisa o ambiente e determina a melhor maneira como a operação deve ser executada. Este robô inteligente tem a opção de alternar entre os modos de pulverização e desconstrução inteligentes. Ele permite que os materiais de construção recuperados possam ser reutilizados como elementos de betão pré-fabricado, utilizando um jato de água para quebrar a superfície do betão, separa os resíduos e embala os resíduos livres de poeiras. Após a demolição da estrutura com água a alta pressão, da sucção, da separação do agregado, cimento e água, o robô ERO recicla a água de volta para o sistema.
Após limpeza do agregado, este é embalado e rotulado para ser enviado para as estações de elementos pré-fabricados de betão para a sua reutilização, enquanto ferro é limpo e cortado, pronto para ser reutilizado.
 
Leia mais: ERO surpreendente Concrete -Recycling robô pode demolir prédios inteiros | Inhabitat - Sustainable Design Innovation , Eco Arquitetura, Construção Verde
 
O projeto ganhou em 2013 International Design Excellence Award (IDEA) na categoria de Student Designs. 

Boas Festas

19/12/2013

EPS com grafite

01/12/2013

EPS com grafite, é um produto de isolamento térmico do futuro. Sua cor é cinza prata e oferece melhoras consideráveis no desempenho não nível do isolamento térmico em comparação com os produtos de isolamento térmico convencionais.
 
Inovação em isolamento
 
Em cada material o calor é transmitido por condução, convecção e radiação. Nos materiais de células fechadas , como no poliestireno expandido ( EPS ) não se realiza qualquer movimento de ar, a condutibilidade de transmissão do calor é reduzida.
 
No isolamento EPS com grafite, as moléculas microscópicas de grafite estão contidas em 3 % da sua composição e têm função reflectora, impedem a transmissão de calor através de radiação, permitindo apenas que a convecção contribuía para perda de calor. Como resultado, as propriedades de isolamento térmico as placas são 15 % a 20 % melhor do que o de placas brancas convencionais de poliestireno expandido ( EPS ), mantendo todas as vantagens mecânicas e ecológicas do EPS .
 
A matéria-prima que compõe o EPS com grafite, contém retardadores de chama . Por esta razão , as placas de isolamento térmico feito de EPS com grafite, são cortados a partir de blocos, que têm de ficar sob o armazenamento por um período de 14 dias , de modo a completar todas as retrações e oferecem excelente estabilidade dimensional.
 
EPS com grafite apresenta o menor coeficiente de condutividade térmica ( λ = 0,031 W / m K) de todos os plásticos de espuma.
 
Vantagens
Estabilidade dimensional
Resistência na presença de bactérias e fungos
Zero valor nutricional para os insetos e ratos
Zero toxicidade
Comportamento de auto extinção de incêndio
100% reciclável

Decoração de Interiores

03/10/2013

A LinhasGerais estabeleceu recentemente uma parceria com uma Arquitecta especializada em Decoração de Interiores passando, a partir de agora, a disponibilizar um serviço de Decoração de Interiores.
Através desta parceria, a LinhasGerais tem desenvolvido diversos projectos muito bem sucedidos.
Este novo serviço permite que o Cliente possa, ainda em fase de preparação de obra, escolher os diversos elementos funcionais e decorativos, como revestimentos de paredes e pavimentos, cor de paredes e tectos, loiças torneiras, mas também personalizar espaços, como closets, em função do seu gosto especifico ou das suas necessidades.
Estes projectos podem também incluir a decoração do próprio espaço, procurando harmonizar, em função das características espaciais, todos os detalhes como a cor, papéis de parede, mobiliário, iluminação e tecidos, de acordo com as necessidades, gosto e disponibilidade financeira do Cliente.

Isolamento Térmico Cortiça

01/09/2013

A cortiça é o futuro da construção como isolamento natural. Produto renovável sustentável, de longo, com boa insonorização. Como isolante, é ideal para poupar energia e proteger o meio ambiente, ao mesmo tempo complementando modernas técnicas de construção.
Estão disponíveis numa ampla variedade de estilos únicos, padrões e tonalidades para elogiar qualquer estilo de decoração ou móveis, e vai adicionar caráter e calor a toda a casa.
São uma alternativa natural, decorativa e moderna para revestimentos tradicionais.
 
Os benefícios do isolamento cortiça incluem:
 
100% natural: sem produtos químicos ou os aditivos são usados no fabrico de cortiça;
Energia fabricação eficiente: baixo consumo de energia é utilizada pelo processo de fabricação. Zero esgotamento de ozónio e o aquecimento global a zero também seja alcançado;
Menor energia incorporada em todos os materiais de isolamento utilizados;
 
Os tons naturais e podem ser mantidos ou alterados. Existem basicamente quatro opções:
 
A superfície lisa natural - A cortiça é deixada no seu estado natural, sem mancha ou tratamento de superfície. Fornece efeitos de decoração elegantes, mas subtis;
Coloração - muitos revestimentos de parede de cortiça podem ser coloridos com uma cor que combine ou destaque a decoração do quarto existente. A utilização de manchas de água à base de madeira permite que os padrões da cortiça permaneçam naturais enquanto permite a combinação com um espectro infinito de cores. A cortiça pré encerrada não pode levar coloração;
As superfícies de cortiça encerada -  Algumas coberturas estão disponíveis com um tratamento de superfície natural encerado. A cera aumenta e destaca as texturas naturais, tons e padrões da cortiça, enquanto oferece proteção de gordura à cortiça;
Pintura - A cortiça pode ser pintada, se já não estiver encerada. A cortiça é raramente pintada, uma vez que os padrões naturais, texturas e tons seriam perdidos. No entanto, se a cortiça pode ser pintada se for utilizada apenas para fins de isolamento e, se o efeito desejado não é o de mostrar os tons e cores naturais;

Inovações não param...

30/07/2013

As possibilidades são tantas, que se criaram escritórios especializados em novos materiais para prestar assistência a arquitetos, engenheiros e aos donos de obra em geral.
 
É um material de construção em betão translúcido. Feita de betão fino incorporado com 4% em peso de fibras óticas de vidro, foi desenvolvido em 2001 .
 
O material, é um pré-fabricado de betão e fibra ótica, na proporção de 95% de betão para 5% de fibra ótica. Ele permite até 70% de transparência e possui as mesmas qualidades de resistência de um bloco de betão. A espessura pode variar de 2 a 50 centímetros. O preço gira em torno de mil euros por metro quadrado.

Inauguração da página da LinhasGerais

30/07/2013

Foi um trabalho de equipa, que demorou mais tempo do que o previsto, pois, para nós, era fundamental construir uma página recorrendo a fotografias que refletissem o trabalho desenvolvido pela LinhasGerais, seja em obra, seja em MGTE. No entanto, o empenho e dedicação no nosso trabalho nem sempre permitiram que a fotografia tivesse lugar, mas finalmente conseguimos!
O site tem como principal objetivo aproximar os nossos clientes, parceiros e amigos da LinhasGerais, dando-lhes a conhecer um pouco melhor o nosso dia a dia e modus operandi, bem como a possibilidade de acompanhar os projectos em que estamos envolvidos.
É nossa intenção manter este site dinâmico e para isso contamos com os contributos de todos os que nos acompanham. Para além disso, procuraremos dar conta de novidades e notícias sobre variados temas de interesse nas nossas áreas de intervenção.
Agradecemos a todos os que tornaram este projeto e esta página possíveis, continuamos a contar com a sua colaboração. Brevemente disponibilizaremos aos nossos clientes uma área reservada, através da qual é criado um canal de comunicação e interação privilegiado com a LinhasGerais.